Colômbia na Alimentação Escolar
25 de junho de 2026
10 de junho de 2026
15 de maio de 2026
PESQUISA DE ACEITAÇÃO DE FRUTAS
Pesquisa de Aceitação de Frutas
1. Introdução
A alimentação escolar desempenha
papel fundamental na formação de hábitos alimentares saudáveis, especialmente
na infância, fase em que ocorre a consolidação das preferências alimentares.
Nesse contexto, a oferta regular de frutas no ambiente escolar contribui para a
promoção da saúde, prevenção de doenças e desenvolvimento adequado das
crianças.
Considerando a importância da
aceitação alimentar para a efetividade do cardápio escolar, foi realizada
pesquisa de aceitação das frutas ofertadas nas unidades escolares, com o
objetivo de avaliar o nível de aprovação e subsidiar o planejamento de ações de
Educação Alimentar e Nutricional.
2. Objetivo
Avaliar o índice de aceitação das
frutas ofertadas no ambiente escolar, por meio da manifestação “Gostei” e “Não
gostei”, subsidiando o planejamento do cardápio e ações de Educação Alimentar e
Nutricional.
3. Metodologia
A pesquisa foi realizada
presencialmente, com abordagem coletiva em cada turma das unidades escolares
avaliadas: CEMEI
Francisca Luzia de Avelar,
CEMEI Vera Lúcia Monteiro Prado e EMEF Gil Alexandre Borges.
A aplicação ocorreu da seguinte
forma:
- A responsável pela atividade
percorreu sala por sala.
- Inicialmente foi realizada
uma roda de conversa com os alunos, com o objetivo de avaliar o nível de
familiarização das crianças com as frutas e compreender seus hábitos de
consumo no ambiente coletivo.
- Em seguida, foram
apresentadas imagens ilustrativas de cada fruta (banana, melancia, maçã,
laranja e mamão).
- Após a apresentação
individual de cada imagem, foi feita a pergunta:
“Você gosta dessa fruta?” - As crianças que gostavam da
fruta manifestavam-se levantando a mão.
- As que não levantavam a mão
foram consideradas como manifestação de “não gostei”.
A metodologia adotada foi
adequada à faixa etária das crianças, garantindo compreensão da proposta e
participação ativa no processo.
Os dados foram contabilizados por
unidade escolar, separando as respostas em “Gostei” e “Não gostei”, sendo
posteriormente consolidados e analisados quantitativamente e percentualmente.
Avaliar o índice de aceitação das
frutas ofertadas no ambiente escolar, por meio da manifestação “Gostei” e “Não
gostei”, subsidiando o planejamento do cardápio e ações de Educação Alimentar e
Nutricional.
4. Resultados Gerais (Consolidado das Unidades)
No total das três unidades
escolares avaliadas, foram registradas:
- 893 manifestações “Gostei” (72,8%)
- 334 manifestações “Não gostei” (27,2%)
Os resultados demonstram boa
aceitação global das frutas ofertadas, com percentual superior a 70% de
aprovação.
5. Análise por Unidade Escolar
5.1 GIL ALEXANDRE BORGES
A unidade apresentou índices
satisfatórios de aceitação, com destaque para:
- Laranja – 88,9%
- Banana – 87,2%
- Maçã – 76,7%
- Melancia – 71,8%
O mamão apresentou menor
aceitação (42,7%), configurando-se como a fruta com maior índice de rejeição
nesta unidade. Observa-se preferência por frutas de sabor mais doce e de
maior familiaridade.
5.2 CEMEI FRANCISCA LUZIA DE AVELAR
Apresentou o maior índice proporcional de aceitação entre
as unidades avaliadas.
Destaques:
- Banana – 92,4%
- Maçã – 87,9%
- Laranja – 86,4%
- Melancia – 75,4%
O mamão apresentou 57,6% de aceitação. A unidade demonstra
bom estímulo ao consumo de frutas na educação infantil, refletindo padrão
alimentar positivo.
5.3 CEMEI VERA LÚCIA MONTEIRO PRADO
Apresentou aceitação majoritária, porém inferior às demais
unidades.
Destaques:
- Banana – 76,7%
- Maçã – 68,8%
- Laranja – 64,5%
- Melancia – 62,3%
O mamão apresentou 47,6% de aceitação, com leve
predominância de rejeição. Sugere-se fortalecimento de ações de Educação
Alimentar e Nutricional, especialmente voltadas à ampliação da aceitação do
mamão.
6. ANÁLISE COMPARATIVA POR FRUTA
De forma geral:
- Banana apresentou maior índice médio de aceitação nas três unidades.
- Laranja, melancia e maçã também apresentaram uma alta aceitabilidade.
- Mamão foi a fruta com maior índice de rejeição em todas as unidades
escolares.
Esse padrão foi observado que
pode estar relacionado a:
- Preferência por frutas de
sabor mais doce e textura mais firme.
- Resistência sensorial ao
mamão: odor, textura ou maturação.
6. CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS
Os resultados indicam:
1. Boa aceitação geral das frutas no
ambiente escolar.
2. Manutenção das frutas com maior
adesão no cardápio.
3. Necessidade de estratégias
específicas para ampliação da aceitação do mamão.
Observação: Ressalta-se que não foi possível realizar a aplicação da pesquisa de
aceitação na escola CEMEI Maria Aparecida Guarniere, localizada no Distrito de
Laranjeiras. As atividades destinadas as Unidades Escolares localizadas no
distrito de Laranjeiras dependem de transporte para o deslocamento até o
distrito. No período previsto, não houve disponibilidade de transporte em tempo
hábil para a realização da ação. Destaca-se ainda que, na data em que a
atividade foi realizada na unidade GIL Alexandre Borges, também no Distrito de
Laranjeiras, ocorreram situações operacionais que impediram a extensão da
aplicação para a outra escola no mesmo dia.
Assim, a aplicação da pesquisa no
CEMEI Maria Aparecida Guarniere permanece pendente, podendo ser realizada
posteriormente, conforme disponibilidade de transporte.
10 de abril de 2026
EDUCAÇÃO NUTRICIONAL: MONTANDO CARINHA COM FRUTINHAS
MONTANDO CARINHA COM FRUTINHAS
Foi realizada uma atividade de Educação Nutricional nos CEMEI's Maria Aparecida Guarnieri, Vera Lúcia Monteiro Prado e Francisca Luzia de Avelar, com a proposta de incentivar o consumo de frutas por meio de uma abordagem lúdica, além de estimular a independência das crianças e contribuir para a formação de hábitos saudáveis desde a infância.
A dinâmica foi organizada no formato de uma
“tendinha”, onde as frutas: mamão, banana, maçã, melão, mexerica e uva,
passaram por higienização prévia, foram cortadas e distribuídas separadamente
em recipientes. Cada criança pôde escolher livremente as frutas que desejava
colocar em seu prato, exercitando a autonomia no momento da seleção.
Após essa etapa, os alunos utilizaram as frutas para
montar “rostinhos” nos pratinhos, criando diferentes expressões e combinações
de acordo com a própria imaginação. A atividade permitiu ampla liberdade de
criação, favorecendo a expressão individual e a interação entre os colegas. Ao
término das montagens, as frutas foram consumidas pelas próprias crianças, que
também tiveram a possibilidade de retornar à tendinha para repetir as frutas
preferidas ou elaborar novas composições.
Foi perceptível o envolvimento e a animação da turma
durante toda a atividade, com boa aceitação das frutas oferecidas. Ressalta-se
que o mamão, alimento que geralmente apresenta menor preferência entre as
crianças, foi servido em formato de pequenas bolinhas, estratégia que facilitou
sua experimentação e aumentou sua aceitação.
Diante disso, verifica-se que a proposta atingiu sua
finalidade, proporcionando uma experiência positiva com as frutas, fortalecendo
a autonomia infantil, promovendo a socialização e incentivando práticas
alimentares mais saudáveis de forma leve e significativa.

